sexta-feira, 30 de maio de 2008

A cruzada contra o tabagismo


As novas imagens contidas nas advertências dos maços de cigarros são chocantes. A propaganda negativa inclui fotos de corpos mutilados, pessoas sofrendo e até um feto morto. Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), responsável pelo Programa de Controle do Tabagismo, essa nova ação pretende evitar a experimentação do produto, principalmente por adolescentes e crianças.

Além dessas ilustrações, as embalagens dos cigarros também informarão os teores de nicotina, alcatrão e monóxido de carbono e o telefone do Disque Saúde (0800-61-1997), um serviço de orientação à população que deseja parar de fumar.

Os números justificam a iniciativa contra o cigarro. Só para ter uma idéia, conforme informações do Ministério da Saúde, o total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu a cifra de 4,9 milhões de mortes anuais no mundo, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia.

Muitos podem até alegar que os fumantes não se sensibilizarão com essas imagens aterrorizantes, mas é inegável que essa nova ofensiva do governo provocará grandes questionamentos em potenciais consumidores de cigarro, como os mais jovens.

Leia mais sobre o combate ao tabagismo no link abaixo:

http://www.inca.gov.br/tabagismo/index.asp

4 comentários:

Arismar disse...

A iniciativa da OMS em combater o tabagismo(antes tarde do q nunca) é muito boa, mesmo pq, nossos jovens estão se perdendo no vício. Deixou de ser um "vício bonito", pra ser uma questão de saúde pública.

Nádia Carla disse...

Achei estas imagens MUITO agressivas e ineficientes!!!
Para chocar e fazer pensar, é preciso usar imagens reais, senão todo o sentido da propaganda fica perdido. Como convencer alguém com mentiras??

SALVADOR FAHELLER disse...

NO MUNDO ATUAL, ONDE A IMAGEM FALA MAIS DO QUE AS PALAVRAS, PODE SER QUE ESTE TIPO DE PROPAGANDA ATINJA GRANDES OBJETIVOS.

Michel disse...

Acredito que a propaganda negativa, como ação isolada, não afasta o cigarro da "molecada". Entre outras iniciativs, é preciso aumentar os impostos do tabaco e das bebidas alcóolicas, afinal, o aspecto econômico sempre pesa. Além, é claro, de um projeto amplo de prevenção ao consumo de drogas lícitas e ilícitas nas escolas.